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Pai engravida filha em relação incestuosa e mãe descobre o caso por meio de um diário

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Steven Pladl, 42 anos, e Katie Pladl, 20, um pai e uma filha de Wake County, na Carolina do Norte (EUA), foram acusados de incesto após alegarem ter um filho juntos.

A esposa de Steven, e mãe de Katie, que não foi identificada, descobriu sobre a gravidez por meio dos diários dos outros filhos, que também anunciavam que o marido era o pai. Quando confrontado, o pai se mudou com a filha para Knightdale, também na Carolina do Norte, onde se casaram e tiveram a criança, segundo informações do The Sun.

Quando nasceu, Katie foi entregue pelos pais à adoção – por isso não foi criada com a família biológica. No entanto, quando completou 18 anos, retomou o contato com sua família biológica por meio das redes sociais. Assim, ela se mudou para a casa dos pais, que já viviam com outros dois filhos. Porém, cerca de três meses depois, seus pais biológicos se separaram, de modo que Katie foi embora ainda grávida com o pai – a relação surgiu logo após a filha biológica sair dos abrigos do governo e voltar a conviver com os pais.

A mãe, por outro lado, registrou um boletim de ocorrência denunciando o incesto. Em novembro do ano passado, quando a polícia conseguiu localizá-los; mandados de prisão foram emitidos depois que se descobriu que um bebê de quatro meses, possivelmente fruto da relação, estava vivendo com o pai e a filha.

Steve e Katie foram mantidos presos no Centro de Detenção de County Wake, até que pudessem ser enviados para a Virgínia, onde seriam acusados de incesto, adultério e corrupção de menor. No entanto, Steven conseguiu pagar sua fiança, estabelecida em 1 milhão de dólares, para responder aos crimes em liberdade, Kate, por outro lado, permanece presa.

Em julho de 2017, Katie compartilhou nas redes sociais uma foto dela e do pai se casando, sob a legenda: “Nada extravagante, apenas amor #recémcasados #casamentosimples #gravidez.

O que há por trás disso, psicologicamente falando?

Há inúmeros relatos de filhos e filhas que não são criados com seus pais desde a infância e, ao entrarem em contato novamente com seus genitores, sentem forte desejo e atração sexual.

A Psicologia explica o fenômeno em parte. É complexo entender o mecanismo que faz com que parentes sanguíneos, não criados em proximidade, possa sentir desejos íntimos e profundos de cunho sexual em vez de amor fraterno e materno. Um diagnóstico preciso neste momento é prematuro, visto que diversas vertentes precisam ser analisadas para encaixar o fato em algum possível distúrbio ou síndrome psicológica.

Fonte: Jornalciencia

Jaqueline Alves

Graduada em Ciências Sociais e Engenheira Ambiental. Especialista em Direito Ambiental; Direito Municipal; Gestão Pública; Engenharia e Segurança do Trabalho; MBA em Petróleo e Gás e Auditoria Ambiental

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