Vigilante libera dois reféns no Banco do Brasil do Bairro Amapá em Marabá

Vigilante libera dois reféns no Banco do Brasil

Foi identificado como Albert Morsinho o vigilante que faz pessoas reféns no Banco do Brasil do Bairro Amapá, no Núcleo Cidade Nova. Há pouco ele liberou um homem e uma mulher, duas das cinco pessoas que dominou dentro da agência nesta manhã.

No local estão o superintendente regional da Polícia Civil, delegado Marcelo Delgado, o comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, coronel Franklin Roosevelt Wanzler Fayal, e agentes da Polícia Federal. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi mobilizada.

Segundo informações colhidas no local, o vigilante está passando por dificuldades na vida pessoal e possui diversas dívidas. O primeiro refém liberado, também vigilante, informou aos policiais que Albert pretende negociar a liberação das demais pessoas.

Após uma hora e meia de negociações, o agente de segurança Albert Morsinho, que fez cinco reféns nesta manhã no Banco do Brasil do Bairro Amapá, no Núcleo Cidade Nova, em Marabá, acabou de liberar o restante das vítimas e se entregar à Polícia Militar. De acordo com o coronel Franklin Roosevelt Wanzler Fayal, comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, ele tentou sair da unidade com dinheiro quando iniciou a ação, pouco antes das 8 horas.

“Ele está com problemas pessoais, psicológicos, rendeu funcionários na chegada para o trabalho e tentou sair com certo volume em dinheiro. A PM foi acionada, fizemos o isolamento da área, negociamos e ele liberou as vítimas”, afirmou o coronel, acrescentando que o vigilante foi preso e será apresentado na Delegacia de Polícia Civil.

O comandante comemorou não ter havido vítimas na ação. “Conseguimos negociar e preservar vidas que é o mais importante, todos saíram ilesos, inclusive ele. Durante a negociação ele entendeu que poderia sair dessa situação ileso e se entregou”, disse. Foi durante a negociação, que Alberto Morsinho afirmou estar sofrendo um transtorno pessoal. “Agora cabe à Polícia Civil investigar o que, de fato, aconteceu”.  Mais informações sobre este caso serão divulgadas na edição de amanhã do Jornal Correio. (Luciana Marschall com informações de Chagas Filho)

Fonte: Correiodecarajas

Jaqueline Alves

Graduada em Ciências Sociais e Engenheira Ambiental. Especialista em Direito Ambiental; Direito Municipal; Gestão Pública; Engenharia e Segurança do Trabalho; MBA em Petróleo e Gás e Auditoria Ambiental

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